Sound Track
“Difícil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que mais se ama.(...) » Bob Marley
quarta-feira, 13 de março de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
Dias de Chuva
Enquanto a chuva bate
forte
no vidro
leio-te devagar
desfolho casa pedaço
teu
e saboreio
cada palavra que decifras
nesse jeito
de menina mulher
de ar tão sereno e serio
como é belo
o teu ser...
A chuva aconchega-me
a alma
nessa teimosa ausência
que se acentua mais
na minha
na tua
pele
Não há beijos
não há abraços
não há olhares
não há sons
que me tirem
esta angustia
Só o que é teu
Só o que Tu
me dás
arrepios
no peito
borboletas
na barriga
e em pele de galinha
estremeço
ao toque
de um leve aroma
parece ser teu
é teu
de certeza
Porque
em todos
os recantos
há o perfume
deixado por ti
e incontroláveis
caiem sem parar
gotas salgadas
do meu coração
e um sussurro
faz-se ouvir
no meu ouvido
«São Saudades,
meu amor...»
e a chuva cai agora em mim...
forte
no vidro
leio-te devagar
desfolho casa pedaço
teu
e saboreio
cada palavra que decifras
nesse jeito
de menina mulher
de ar tão sereno e serio
como é belo
o teu ser...
A chuva aconchega-me
a alma
nessa teimosa ausência
que se acentua mais
na minha
na tua
pele
Não há beijos
não há abraços
não há olhares
não há sons
que me tirem
esta angustia
Só o que é teu
Só o que Tu
me dás
arrepios
no peito
borboletas
na barriga
e em pele de galinha
estremeço
ao toque
de um leve aroma
parece ser teu
é teu
de certeza
Porque
em todos
os recantos
há o perfume
deixado por ti
e incontroláveis
caiem sem parar
gotas salgadas
do meu coração
e um sussurro
faz-se ouvir
no meu ouvido
«São Saudades,
meu amor...»
e a chuva cai agora em mim...
sexta-feira, 8 de março de 2013
Coisas Minhas
Tenho por habito quando estou a fazer alguma tarefa de casa pôr musica....
Ontem, enquanto fazia o almoço para o pessoal de casa, liguei o rádio e na hora prevista chegou a minha irmã que mal ouviu a musica disse : «A minha manita está em casa hoje. Sempre que há musica é sinal que estás em casa»
Eu confesso que gostei do que ela disse e hoje dei por mim a pensar, que quando morrer como irão as pessoas me recordar...
Espero um dia vir a ser recordada assim...
a musica que foi e será sempre o meu modo de vida!
Ontem, enquanto fazia o almoço para o pessoal de casa, liguei o rádio e na hora prevista chegou a minha irmã que mal ouviu a musica disse : «A minha manita está em casa hoje. Sempre que há musica é sinal que estás em casa»
Eu confesso que gostei do que ela disse e hoje dei por mim a pensar, que quando morrer como irão as pessoas me recordar...
Espero um dia vir a ser recordada assim...
a musica que foi e será sempre o meu modo de vida!
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
dias estranhos
Hoje nada me satisfaz,
nem os programas da tv
nem as musicas da radio
nem o que se vai escrevendo por aqui
nem mesmo a cama que chama por mim
Estou inquieta
de nervoso miudinho
como se pressentisse
alguma coisa
que virá assim de mansinho
O coração bate apertadinho
e eu giro em passos de passarinho
de um lado para o outro
sem controlar a ansiedade
que me consome o peito
e alma...
Estou estranha
sinto.me uma estranha
dentro de mim...
como é possível
alguém sentir-se assim
Hoje estou assim... bem aqui... e ali
ou talvez não
ou talvez sim
vou dormir
quem sabe seja somente o sono
a fazer cara de mono
só para me contrariar.
nem os programas da tv
nem as musicas da radio
nem o que se vai escrevendo por aqui
nem mesmo a cama que chama por mim
Estou inquieta
de nervoso miudinho
como se pressentisse
alguma coisa
que virá assim de mansinho
O coração bate apertadinho
e eu giro em passos de passarinho
de um lado para o outro
sem controlar a ansiedade
que me consome o peito
e alma...
Estou estranha
sinto.me uma estranha
dentro de mim...
como é possível
alguém sentir-se assim
Hoje estou assim... bem aqui... e ali
ou talvez não
ou talvez sim
vou dormir
quem sabe seja somente o sono
a fazer cara de mono
só para me contrariar.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Aceitar Sentir [me]
«Deixa-te ficar só a sentir. Como estás. Respeita isso. Às vezes não gostarias de estar a sentir isso, às vezes preferias estar a sentir outra coisa. «Eu sei que o rumo dos acontecimentos não deveria ser mudado, mas eu estou a sentir o contrário…». O que estás a sentir é o que é.
Respeita e honra isso. Honra o que estás a sentir pois esse é o teu bem mais precioso. Tudo o que fizeste até aqui, tudo o que viveste até hoje, mais não fez do que preparar-te para essa grande verdade. Tu és o que sentes. Tu és o que amas.
E contra isso poderão vir furacões, tornados e maledicência. Mas enquanto não aceitares o que sentes, mesmo que isso deite tudo a perder, nem que isso te coloque nas ruas da amargura… enquanto não aceitares o que sentes, não conseguirás ser um ser humano com um sistema energético definido. Este será vago, escorregadio e hostil.
O que sentes é o teu bem mais precioso. Mas para a pedra brilhar, há que aceitar o que se sente e principalmente cumpri-lo. Só aceitar é apenas uma parte do processo. E não vais querer ficar a meio, pois não?
Jesus estará contigo.»
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Miss me
Tenho Saudades de escrever
sobre as melodias que fazem tocar meu coração
Tenho saudades de escrever
sobre as minhas historias de amor
como se fosse uma canção
uma paleta de diversas cores...
Tenho Saudade de escrever
dos meus silêncios
Saudade de escrever
das minhas lágrimas
de tristeza
e de alegria...
A nostalgia invadiu-me o corpo
esta tão apertada dentro de mim
que bate nas portadas
e transforma-se em gotículas salgadas
como se da chuva se trata-se
mas não só chove lá fora
Recordar os velhos tempos
as amizades que cultivei
aqui
trazem saudades
se perdeu
entre os perdidos e achados
da vida
dos sonhos
das desilusões
p
e
r
d
o
a
estou feita em pedaços
e o manual perdeu-se
neste pó que me camufla a alma
essa paixão
esse prazer de escrever
sobre mim
sobre ti
sobre nós
sobre a vida
sobre as cores
sobre a natureza
sobre tudo
sobre as melodias que fazem tocar meu coração
Tenho saudades de escrever
sobre as minhas historias de amor
como se fosse uma canção
uma paleta de diversas cores...
Tenho Saudades de escrever
dos meus sonhos encantados
Tenho Saudade de escrever
dos meus medos acorrentados
Tenho Saudade de escrever
dos meus silêncios
Saudade de escrever
das minhas lágrimas
de tristeza
e de alegria...
A nostalgia invadiu-me o corpo
esta tão apertada dentro de mim
Bate forte
como se fosse o ventoque bate nas portadas
e transforma-se em gotículas salgadas
como se da chuva se trata-se
mas não só chove lá fora
como aqui dentro....
também...
Recordar os velhos tempos
as amizades que cultivei
aqui
trazem saudades
e pergunto
onde estão as pessoas que me cativaram?!
que me fizeram acreditar?!
que eu tinha um dom
este dom de escrever
que parece que neste momentose perdeu
entre os perdidos e achados
da vida
dos sonhos
das desilusões
p
e
r
d
o
a
estou feita em pedaços
e o manual perdeu-se
neste pó que me camufla a alma
o que foi que perdi?!
o que foi que me aconteceu?!
eu que adorava escrever sobre mim
vejo-me por um túnel estreito
e não me reconheço
quero voltar a sentir essa chamaessa paixão
esse prazer de escrever
sobre mim
sobre ti
sobre nós
sobre a vida
sobre as cores
sobre a natureza
sobre tudo
e mesmo sobre nada....
no que é que eu me tornei?!
vou-me procurar...
até já!
domingo, 13 de janeiro de 2013
Living with You, babe
a lareira acesa
dois copos de vinho vazios
sobre a mesa pequena
janela entre-aberta
ambiente a media-luz
almofadas espalhadas
uma manta enroscada
chinelos virados do avesso
e tu...
sentada de pernas cruzadas
de t-shirt branca
larga
cabelos soltos
de óculos na ponta do nariz...
de livro aberto
desfolhas devagar...
com um cuidado que só tu tens
e no intervalo das frases
olhas.me...
e sorris...
e suavemente afastas as madeixas
que teimam em te tapar os olhos
e eu...
sentada no parapeito da janela...
aprecio todos os teus gestos
como és bela
daqui sinto o teu perfume
e deixo escorrer uma lágrima
tímida...
de alegria...
e chamo-te
por aquele nome que tu tanto adoras
olhas-me com um olhar sorridente
levantas-te
vens aconchegar-te nos meus braços
entre as minhas pernas...
e sem que nada fosse combinado
dizemos em simultâneo...
dois copos de vinho vazios
sobre a mesa pequena
janela entre-aberta
ambiente a media-luz
almofadas espalhadas
uma manta enroscada
chinelos virados do avesso
e tu...
sentada de pernas cruzadas
de t-shirt branca
larga
cabelos soltos
de óculos na ponta do nariz...
de livro aberto
desfolhas devagar...
com um cuidado que só tu tens
e no intervalo das frases
olhas.me...
e sorris...
e suavemente afastas as madeixas
que teimam em te tapar os olhos
e eu...
sentada no parapeito da janela...
aprecio todos os teus gestos
como és bela
daqui sinto o teu perfume
e deixo escorrer uma lágrima
tímida...
de alegria...
e chamo-te
por aquele nome que tu tanto adoras
olhas-me com um olhar sorridente
levantas-te
vens aconchegar-te nos meus braços
entre as minhas pernas...
e sem que nada fosse combinado
dizemos em simultâneo...
« Fazes-me tão Feliz, babe! »
Merry me, baby
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Ama Apenas
«O amor, ah, o amor. Sabias que mais de
metade da humanidade não abre o coração
com medo da rejeição? Sabias que mais de
metade dos homens esperam ser amados
para poderem amar? Sabias que muita, muita
gente fica com o parceiro porque se sente
amado, apesar de não amar?
Pensa assim.
Imagina que uma pessoa ama
alguém. Esse alguém não corresponde.
Imagina que, em vez de ficar a vibrar por
essa rejeição, essa pessoa apenas amava.
Apenas se concentrava no amor que sentia.
Sem esperar nada em troca. Apenas se
concentrava na força da sua própria vibração.
O que acontecia?
Acontecia que ela não se iria sentir rejeitada,
e como tal não iria encolher o seu amor e
viver na restrição. Não.
Ela amava.
Apenas amava.
E isso subiria a sua energia de tal
forma que, eventualmente, até poderia atrair
o amor verdadeiro.
Excerto "Livro da Luz" »
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